Da revisão da norma à prática: como o PADI está apoiando a implementação sustentável de sua nova versão

Alunos em apresentação durante o curso de Auditor Interno do Padi 2026

Uma nova versão de uma norma de acreditação não representa apenas a atualização de critérios. Para que as mudanças façam sentido na prática, é necessário apoiar os serviços na compreensão dos requisitos e na sua aplicação à rotina das instituições.

Com esse objetivo, o Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem – CBR vem realizando o Curso de Interpretação da Norma PADI versão 6 e Formação de Auditor Interno, voltado aos profissionais que atuam nos serviços de diagnóstico por imagem.

O curso é presencial e tem uma abordagem bastante prática. Durante os dois dias de capacitação, os participantes analisam situações que podem ocorrer dentro das instituições, discutem diferentes contextos e realizam atividades de interpretação e aplicação dos critérios da norma. A proposta é aproximar o conteúdo do dia a dia dos serviços e preparar os profissionais para conduzirem suas auditorias internas com mais segurança.

A capacitação também considera as particularidades dos serviços de telerradiologia, que realizam a emissão de laudos de forma remota e também podem participar do processo de acreditação PADI.

Outro tema abordado é o telecomando, modalidade em que a operação do equipamento de diagnóstico por imagem é realizada remotamente, com o suporte da equipe presente no serviço. Sua inclusão nas discussões demonstra que o PADI acompanha as mudanças do setor e que o CBR busca orientar os serviços quanto à adoção de práticas seguras e responsáveis.

Em 2026, já foram realizadas cinco turmas presenciais, com a participação de quase 200 profissionais, na sede do CBR, em São Paulo, e em parceria com instituições e entidades de outras localidades. As turmas reuniram profissionais de diferentes áreas e estados brasileiros, contribuindo para ampliar o conhecimento sobre a nova versão da norma.

A auditoria interna tem um papel importante nesse processo. É por meio dela que a instituição consegue avaliar seus próprios processos, identificar riscos e oportunidades de melhoria e acompanhar se as ações implantadas estão realmente produzindo os resultados esperados.

Mais do que preparar o serviço para uma avaliação externa, o objetivo é contribuir para que os princípios da qualidade e da segurança façam parte da rotina da instituição.

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